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Você está preparado para a temporada de invasões e saques vikings?

A Dinamarca é a histórica e espiritual casa dos Vikings. ancestrais dinamarqueses que exploraram, instalaram-se, comercializaram e saquearam pelo mundo afora durante o período histórico conhecido como a era Viking
Uma vez temido na Europa por invasões e saques, os vikings de hoje são pacíficos e há muito tempo trocaram seus barcos longos por bicicletas.
Mas se você quer tirar gosto da cultura Viking e o jeito deles de viver, não pode deixar de conhecer a Dinamarca!
Jelling, na Jutlândia, é um Patrimônio Mundial da UNESCO. O lugar perfeito para você poder caminhar entre runas com milhares de anos, colocadas no local pelos reis vikings e que ainda estão de pé no meio de enormes túmulos. Em uma das maiores pedras, pode-se ler uma inscrição do Rei Harald Bluetooth. Esta certidão de nascimento nacional afirma que ele uniu a Dinamarca e trouxe o cristianismo para o novo reino. O centro de visitantes, Jelling Real, te levará pela história dos monumentos de mais de 1.000 anos, enquanto que o Museu Pré-histórico de Moesgård possui muitas outras fascinantes pedras rúnicas vikings.
Monumentos Vikings
A Dinamarca está coberta de monumentos vikings. O Barco Ladby (Ladby Ship) em Funen é um barco viking em que um chefe viking foi enterrado com todas as suas posses. Também em Funen, está a pedra rúnica de Glavendru, que mostra a mais longa inscrição viking. Você também pode visitar a vasta área em forma de barcos dos montes funerários vikings. Em Lindholm Høje, próximo a Aalborg, você pode caminhar pelo maior cemitério antigo da Escandinávia. E que tal fazer uma excursão por todos os tesouros vikings?
Os vikings dominaram a região graças ao seu forte domínio do mar e suas habilidades como construtores de barcos, assim como guerreiros. A aproximação de seus barcos espalhava o medo no coração das pessoas e você pode testemunhar este poder no Museu do Barco Viking em Roskilde. Por lá, cinco barcos vikings originais estão expostos, tendo sido resgatados do fundo de um fiorde nas redondezas.
Dentre todas as relíquias vikings ainda visíveis, suas fortalezas circulares são algumas das mais impressionantes. Caminhe por entre algumas das maiores no Castelo de Trelleborg e Fyrkat. Todos estes locais têm museus fascinantes para que você possa descobrir mais e ver artefatos encontrados nas fortalezas. No verão, você pode aproveitar os mercados vikings e as encenações de suas  batalhas.

Fonte: www.embarquenaviagem.com

O caso da Groenlândia Nórdica

Colonizada pelo briguento viking Eric, o Vermelho, a 2.500 quilômetros da Noruega, os habitantes da Groenlândia Nórdica desapareceram 400 anos depois da sua chegada. O que aconteceu com a poderosa sociedade viking?

Colonização 

Na história da colonização do Ártico, são recorrentes os casos de civilizações que surgiram e repentinamente desapareceram. O clima é frio, instável, inclemente, e suas oscilações são responsáveis pelo aparecimento e desaparecimento de plantas e animais. Na época da colonização nórdica, a ilha passava por um período de clima ameno. A vegetação se espalhou a ponto de o viking Eric batizar o lugar de "terra verde". O nome otimista motivou três frotas de colonos a rumar para o local. Estabeleceram-se no ano 1000. Construíram igrejas e fazendas, reproduzindo o modelo de vida que conheciam na Europa. Era o posto mais avançado da civilização europeia. 

Sociedade 

Os vikings eram violentos e conservadores. Foram dos últimos povos europeus a se converter ao catolicismo. Registros de contatos com povos nativos descrevem banhos de sangue. Queimavam mulheres na fogueira como bruxas e resolviam seus problemas no machado. 
A sociedade funcionava como uma federação livre, sem moeda ou economia estabelecida, dividida em feudos controlados por chefes e pelo clero. Nenhuma das fazendas era autossuficiente; dependiam de trocas para a subsistência. No auge da ocupação, chegaram a ter 250 fazendas, com 20 pessoas cada uma e edificações dispostas em torno das igrejas. 
Durante o verão, caçavam focas, deixavam o gado pastar, produziam laticínios, cortavam madeira, faziam negócios com barcos que chegavam da Europa, produziam e estocavam feno. Tudo planejado para a sobrevivência no inverno, quando ficavam enclausurados tecendo, planejando novas habitações, fazendo reparos nas construções e controlando as provisões. Em pouco tempo, perceberam que vacas não se adaptavam ao frio. Eram necessários muitos recursos naturais para mantê-las. Mas não queriam abrir mão da carne bovina -nem de velhos hábitos. Importavam da Noruega artigos religiosos (sinos, vitrais, castiçais, vinho, linho, seda, prata e joias) e artigos de luxo para os membros da elite. Ferro e madeira ficavam em segundo plano. Exportavam lãs e peles de animais, ursos polares vivos e mortos, chifres de narval (uma espécie de baleia) vendidos como chifres de unicórnio e presas de morsa. 


Frio e teimosia 

As menores alterações no clima eram suficientes para afetar as pastagens de feno e a quantidade de gelo no mar, o que influía diretamente na caça às focas e nas atividades comerciais da pequena civilização. E o tempo foi esfriando cada vez mais, a ponto de isolar a ilha. A madeira, já escassa, acabou de vez. Além das construções, os nórdicos usavam lenha e carvão para fundir metal e para aquecer a água. 
A turfa - vegetal musgoso que recobre o solo - passou a substituir a madeira nas casas e nas fogueiras. Sem essa "pele" natural, a erosão e os ventos fortes deixaram o solo fraco e pouco produtivo. O metal começou a ser reaproveitado até perder a utilidade. Colher feno, esquartejar uma carcaça ou tosquiar uma ovelha passaram a ter grande grau de dificuldade. Enquanto isso, do lado "não explorado" da Groenlândia, os inuits (esquimós) pescavam baleias e focas, usavam gordura de baleia para se aquecer e faziam suas casas de gelo, de acordo com Jared Diamond no livro Colapso. 
O bloqueio cultural dos colonizadores os impediu de se aproximar do grau de adaptação dos inuits, e a sociedade viking definhou. Vacas, cabras e até cães de caça foram comidos. As pessoas morreram de frio e fome. A sociedade nórdica desapareceu da Groenlândia em 1400.

Fonte: www.super.abril.com.br/

Os vikings invadiram Dublin

Historicamente falando, Viking é um termo habitualmente usado para se referir aos exploradores, guerreiros, comerciantes e piratas nórdicos que invadiram, exploraram e colonizaram em grandes áreas da Europa e das ilhas do Atlântico Norte a partir do final do século VIII até meados do século XI.
No final do século VIII e durante o século IX os vikings, vindos da atual Escandinávia, começaram a invadir e, depois, a gradualmente se estabelecer e se misturar à sociedade irlandesa.
Os vikings fundaram Dublin, a cidade capital da Irlanda, em 988. Depois da derrota dos vikings por Brian Boru, Grande Rei da Irlanda, em Clontarf em 1014, a influência viking diminuiu.
Bom agora que você já esta por dentro da parte histórica quero compartilhar com você como a população irlandesa trata a sua história. Além da era dos vikings, houve também a era do Catolicismo e muitas outras e não pensem que os irlandeses renegam seu passado.
O ano de 2014 marca o aniversário de 1000 anos da Batalha de Clontarf e da Morte de Brian Boru, antigo rei irlandês. Como parte de um programa nacional de eventos para comemorar este milênio, durante os dias 19 e 20 de abril a Battle of Clontarf Viking Festival no St Anne’s Park, uma belo parque afastado da área central mas suficientemente completo pra de fazer esquecer dos problemas.
O parque foi transformado em uma vila Viking, e estima-se que mais de 40 mil pessoas estarão presentes por lá nesse final de semana de páscoa.   A tradicional encenação da batalha, evento anual na Irlanda, aconteceu nesse sábado e será apresentada novamente no domingo. Estima-se de que esta seja a maior edição da história do evento.
Além dos milhares de visitantes esperados, o evento contará com mais de 300 vikings devidamente trajados e bêbados. O incrível do evento é que você se sente, completamente em outra era e se questiona do que você realmente precisa pra viver

Fonte: www.estevampelomundo.com.br

Você está preparado para a temporada de invasões e saques vikings?

A Dinamarca é a histórica e espiritual casa dos Vikings. ancestrais dinamarqueses que exploraram, instalaram-se, comercializaram e saquearam pelo mundo afora durante o período histórico conhecido como a era Viking. 
A Certidão de Nascimento da Dinamarca
Uma vez temido na Europa por invasões e saques, os vikings de hoje são pacíficos e há muito tempo trocaram seus barcos longos por bicicletas. Mas se você quer tirar gosto da cultura Viking e o jeito deles de viver, não pode deixar de conhecer a Dinamarca!
Monumentos Vikings
Jelling, na Jutlândia, é um Patrimônio Mundial da UNESCO. O lugar perfeito para você poder caminhar entre runas com milhares de anos, colocadas no local pelos reis vikings e que ainda estão de pé no meio de enormes túmulos. Em uma das maiores pedras, pode-se ler uma inscrição do Rei Harald Bluetooth. Esta certidão de nascimento nacional afirma que ele uniu a Dinamarca e trouxe o cristianismo para o novo reino. O centro de visitantes, Jelling Real, te levará pela história dos monumentos de mais de 1.000 anos, enquanto que o Museu Pré-histórico de Moesgård possui muitas outras fascinantes pedras rúnicas vikings.
Barcos vikings
A Dinamarca está coberta de monumentos vikings. O Barco Ladby (Ladby Ship) em Funen é um barco viking em que um chefe viking foi enterrado com todas as suas posses. Também em Funen, está a pedra rúnica de Glavendru, que mostra a mais longa inscrição viking. Você também pode visitar a vasta área em forma de barcos dos montes funerários vikings. Em Lindholm Høje, próximo a Aalborg, você pode caminhar pelo maior cemitério antigo da Escandinávia. E que tal fazer uma excursão por todos os tesouros vikings?
Os vikings dominaram a região graças ao seu forte domínio do mar e suas habilidades como construtores de barcos, assim como guerreiros. A aproximação de seus barcos espalhava o medo no coração das pessoas e você pode testemunhar este poder no Museu do Barco Viking em Roskilde. Por lá, cinco barcos vikings originais estão expostos, tendo sido resgatados do fundo de um fiorde nas redondezas.
Dentre todas as relíquias vikings ainda visíveis, suas fortalezas circulares são algumas das mais impressionantes. Caminhe por entre algumas das maiores no Castelo de Trelleborg e Fyrkat. Todos estes locais têm museus fascinantes para que você possa descobrir mais e ver artefatos encontrados nas fortalezas. No verão, você pode aproveitar os mercados vikings e as encenações de suas  batalhas.
Existe um pouco de viking em todos nós. Jovem ou velho dividem a fascinação sobre suas histórias e o seu modo de viver. Então tanto se você quiser tentar viver como um Viking ou mergulhar em sua história e cultura a Dinamarca oferece tudo.
Você está preparado para a temporada de invasões e saques no verdadeiro estilo viking?
Não importa aonde você vá na Dinamarca, vai ter sempre um pedaço da história Viking perto de você.

Fonte: http://www.embarquenaviagem.com/

Banheiro medieval é desenterrado na Dinamarca.

Pode não ser o mais glamouroso dos achados arqueológicos, mas a descoberta de um banheiro fedorento de 700 anos de idade animou especialistas na Dinamarca. O achado foi feito em uma escavação arqueológica na Praça Vilhelm Werners, em Odense, na ilha de Funen.
Excrementos humanos descritos como estando em “excelente estado” foram encontrados no local do século 14, que apresenta uma série de latrinas feitas de barris. Por incrível que pareça, as fezes medievais dentro delas ainda cheira mal, mesmo após tantos séculos. Acredita-se que o excremento possa dar aos cientistas uma ideia melhor do que as pessoas comiam na Dinamarca na época.

A descoberta é especialmente útil para os especialistas saberem se os barris foram utilizados para uma finalidade diferente antes de serem transformados em vasos sanitários. Marcações nos barris de madeira incluem os detalhes do proprietário e revelam que alguns deles foram utilizados para o transporte de mercadorias, bem como para armazenar peixes.

Ainda não se sabe se as instalações sanitárias eram ligadas a uma casa ou atuavam como um banheiro público. Os trabalhos no sítio continuam, e agora é a maior escavação em uma área urbana na história dinamarquesa. Odense é a terceira maior cidade do país. 

Fonte: www.misteriosdomundo.com/

Exposição resgata vida e lendas dos vikings

O Museu Britânico, em Londres, vai sediar, a partir de março, sua primeira grande exposição sobre os vikings em mais de 30 anos. Entre os objetos expostos estão estas peças de xadrez que datam do fim do século 12.
O objeto principal da exposição é este navio, a mais comprida embarcação viking já encontrada e com mil anos de idade. As toras de madeira de 37 metros foram embaladas individualmente, despachadas para Londres e remontadas para a exposição.
O navio será exposto ao lado de artefatos vikings da própria coleção do Museu Britânico e de outras coleções na Grã-Bretanha e na Irlanda. Estes objetos, que datam de 900 d.C., foram encontrados por detectores de metal em 2007 e adquiridos pelo Museu Britânico.
A mostra tem como objetivo evidenciar o papel dos vikings como saqueadores e comerciantes. Acima, um colar do século 10. "Os vikings gostavam muito de obter ouro e prata", diz o curador Gareth Williams. "(Os metais preciosos) eram seu meio favorito de expressar poder, riqueza e status."
"Os vikings gostavam muito de obter ouro e prata", diz o curador Gareth Williams. "(Os metais preciosos) eram seu meio favorito de expressar poder, riqueza e status."
A exposição incluirá esqueletos recém-escavados de uma vala comum de vikings que foram executados e decapitados na Inglaterra. "É uma recordação de que os vikings nem sempre foram guerreiros invencíveis, como diz a lenda", agrega Williams.
O curador diz que os visitantes não devem esperar ver estereótipos associados aos vikings, como o capacete com chifres nas laterais - que aparentemente foram inventados por ilustradores no século 19. Acima, figura que remete a Odin, entre 800 e 1050.


Fonte: www.bbc.co.uk

Tradicional celebração Viking da Escócia

Milhares de pessoas carregando tochas e vestidas como Vikings, marcharam pelas ruas de Lerwick nas ilhas Shetland da Escócia. O desfile fazia parte do festival "Up Helly Aa", uma celebração ardente que acontece todos os anos. Este é o maior festival de fogo da Europa e é uma herança nórdica de Shetland que atrai milhares de turistas e curiosos. Durante toda a noite música e muita bebida animam os participantes, mas a queima de uma réplica do famoso barco Viking, o drakkar, ou Dragão, é o momento auge da festa. Com tanto bebida e tanto fogo, espera-se apenas que única coisa queimada neste evento seja o barco.



Fonte: www.noticias.uol.com.br/

Runas ancestrais vikings dizem "Beije-me"

Uma escrita Viking de 900 anos começou a ser desvendada por estudiosos da Universidade de Oslo, na Noruega. O pesquisador K. Jonas Norby, PhD em runas, conseguiu desvendas a chave para traduzir o chamado código jötunvillur, um tipo de runa que pode ser encontrada em mais de 80 inscrições nórdicas ancestrais. Ele conseguiu começar a traduzir as peças depois de descobrir um pedaço de madeira do séc XIII em que dois homens escreveram seus nomes nas runas tradicionais e em código jötunvillur.
Mas o pesquisador não descobriu mensagens sábias e enigmáticas que iriam mudar a humanidade, não. Norby revelou que ele realmente não esperava nada assim, já que as mensagens em runas costumam mesmo ser rotineiras - rolam até provocações desafiando os leitores a compreenderem o código. Uma delas, inclusive, é um recado dizendo "Beije-me".

Norby disse ao site Science Nordic que, naquela época, a maioria das pessoas que sabia escrever e ler o alfabeto rúnico provavelmente também sabia algum tipo de código - como o jötunvillur - e elas eram muito comuns. Pra ficar claro, o jötunvillur consiste em trocar a runa original pelo último som do nome da runa em si. Em comparação, é uma lógica parecida com a língua do pê. Os vikings escreviam as runas e os códigos não apenas pra comunicar mensagens importantes, mas também como um passatempo, uma brincadeira (bem como a língua do pê), tanto que muitas mensagens consistem no próprio autor das runas se orgulhando sobre sua habilidade com elas.


Arqueólogos dizem ter encontrado osso de rei Alfredo, o Grande

Uma equipe de arqueólogos anunciou, esta sexta-feira, que pode ter encontrado um dos ossos do rei Alfredo, o Grande, que no século IX combateu os "viking" e lançou as bases da Inglaterra como nação.

Testes indicaram que um osso pélvico descoberto numa caixa num museu em Winchester, sul da Inglaterra, pertence provavelmente aquele monarca ou ao seu filho o rei Eduardo, o Velho, referiram.

O osso foi num local próximo desta igreja
anglo-saxónica
O osso esteve armazenado desde que foi descoberto em 1999 em escavações num parque de estacionamento, que tinha sido construído sobre o local de uma catedral anglo-saxónica.

Alfredo foi coroado rei de Wessex aos 22 anos e mais tarde uniu a Inglaterra. Governou de 871 até à sua morte com 50 anos, em 899.

Nick Thorpe, do departamento de arqueologia da Universidade de Winchester, disse que os cientistas estão "muito animados por terem conseguido estabelecer uma ligação plausível entre aquele osso humano e uma daquelas duas figuras cruciais da história de Inglaterra".

A descoberta foi feita alguns meses depois de investigadores dizerem que encontraram restos do rei Richard III, do século XV, sob outro parque de estacionamento na cidade de Leicester, no centro de Inglaterra

Fonte: www.jn.pt/


História da Civilização Viking

As pessoas que viviam na Escandinávia por volta do ano 800 da nossa era até cerca de 1100 são conhecidas como vikings. A antiga palavra escandinava víkings significava pirata e muitas pessoas pensam nos vikings apenas como invasores selvagens. Os vikings, porém, também eram notáveis exploradores, conquistadores, fazendeiros, comerciantes e artífices. Desenvolveram leis justas e um sistema de democracia. 

Os legendarios Vikings se tornaram famosos por serem guerreiros e aventureiros corajosos e ambiciosos. Até o final do século VIII, a Escandinávia era uma região praticamente ignorada pela Europa. De repente, em 780, os Vikings se deslocaram da Noruega, Dinamarca e Suécia e começaram a saltear a Europa cristã, devastando cidades e campos. "Da fúria dos nórdicos, livrai-nos Senhor" ! (dizem que assim rezavam os monges saxões quando os vikings pagãos invadiam seus tranquilos mosteiros). O exército Viking era formado de guerreiros profissionais: treinavam para combates ferozes e estavam melhor equipados com espadas, escudos, machados e arcos. Além disso, eram exímios navegadores e com seus barcos sólidos se aventuravam para o alto mar. Quando chegavam à terra, saqueavam imediatamente as aldeias para obter cavalos, gado e cereais.

Os Vikings navegavam nos aperfeiçoados e belos drakkars - os compridos barcos a vela e a remo esculpidos na madeira. Foram os primeiros na Europa do Norte a construí-los com velas. Com isto ganhavam enorme vantagem sobre as embarcações de outras nações, movidas a remos. E navegando cada vez mais distante, tomaram grande parte da Suécia e da Escócia, a ilha de Man, as ilhas Hébridas, a Islândia, a Groenlândia e outros territórios russos, suecos e finlandeses e construíram um respeitável povoado na região do fiorde de Oslo. 

Acabaram por unificar a Noruega, reinando sobre ela durante anos. 

Os Vikings eram também experts na fabricação de objetos de uso diário, armas e jóias. Grande parte da arte do tempo dos Vikings foi gravada ou esculpida em madeiras, decoradas com complexos desenhos entrelaçados de animais. Eles prestavam cultos a muitos deuses. Odin, Thor e Frey eram mais cultuados. 

O martelo do deus Thor, o mais venerado, era como um berloque que usavam para atrair a boa sorte. No período viking a Noruega conheceu um desenvolvimento notável: a agricultura, o comércio e a construção de barcos foram as atividades mais importantes. Tudo o que se sabe sobre o passado desse país está baseado em lendas, nas famosas sagas que descrevem as aventuras marítimas dos temíveis guerreiros bárbaros.

Fonte: http://www.historiadomundo.com.br/

A pedra mágica dos navegadores vikings

Embarcações nórdicas representadas na Tapeçaria
de Bayeux. Museu da tapeçaria, Bayeux
Segundo lendas vikings, os navegadores do Atlântico Norte costumavam apontar um cristal em direção ao céu para descobrir a posição do Sol em dias de céu encoberto. Por muito tempo a prática foi considerada um mito, até que arqueólogos levantaram a hipótese de que o método poderia ter base científica e de que a pedra usada seria a calcita, cristal comum na Escandinávia. 

A explicação do fenômeno está relacionada à polarização da luz. Normalmente, para cada onda eletromagnética de uma fonte luminosa há um feixe que vibra em um plano perpendicular. Assim, a dispersão dos raios em moléculas de ar provoca a polarização, cuja tangente fica visível mesmo quando há nuvens ou neblina. Dessa maneira, ao segurar um cristal e girá-lo é possível verificar a direção da polarização e deduzir a posição do Sol. 

Recentemente, os pesquisadores Gábor Horváth, da Universidade de Eötvös, de Budapeste, e Susanne Åkessor, da Universidade de Lund, na Suécia, testaram o método e concluíram que a polarização ocorria de modo similar em dias límpidos e de céu encoberto. Ainda faltam, porém, provas arqueológicas de que os vikings utilizavam esse método, como lembra o pesquisador Seán McGrail, da Universidade de Oxford.

Fonte: www.uol.com.br

Vikings desembarcam no Tamisa

Uma embarcação “viking” no rio Tamisa, em Londres. Não se trata de uma invasão como no passado, mas da forma escolhida pela Dinamarca para assinalar os mil anos da chegada do rei viking Forkbeard a Inglaterra.

Desta vez, os vikings vêm em missão de paz.

O embaixador dinamarquês no Reino Unido, Claus Gruber, explica que “há exatamente mil anos, Forkbeard foi coroado Rei de Inglaterra. Agora vimos em paz com um grupo de vikings para ‘devolver’ as riquezas pilhadas na época, para celebrar a herança comum entre os dois países”.

Apesar de douradas por fora, as moedas devolvidas estão, no entanto, recheadas de chocolate…

Para além de assinalar a história comum entre os dois países, a iniciativa pretende também atrair o turismo britânico para o território dinamarquês.



Fonte: pt.euronews.com/

Fazendas soterradas mostram como viviam os vikings no ano 1.000

Pouca gente pensa na Islândia quando busca uma referência de ancestrais vikings. Mesmo para a maioria de nós, viajantes, os fortes, loiros e barbudos navegantes bárbaros são mais associados aos noruegueses e dinamarqueses.

Reconstituição da fazenda Stöng, soterrada por cinzas
do vulcão Hekla em 1104. (Foto: © Liana John)
Mas é justamente lá, na Islândia, que a língua falada pelos vikings se mantém sem grandes mudanças, a ponto de os islandeses serem capazes de ler os escritos originais das sagas de deuses, heróis e colonizadores do passado. E também é lá – na terra do fogo e do gelo, localizada entre a Europa e a Groenlândia – que as cinzas vulcânicas preservaram algumas moradias e instalações rurais, fornecendo os melhores retratos da vida cotidiana nos anos 900 a 1100, considerada a época de ouro desse povo nórdico.

As construções eram de placas de terra empilhadas,
com estruturas e portas de madeira. (Foto: © Liana John)
Em 1939, em Pjórsárdalur, um grupo de arqueólogos descobriu um conjunto de 20 fazendas soterradas por cinzas de uma violenta erupção do vulcão Hekla, ocorrida provavelmente no ano 1104. Entre elas, estava a fazenda Stöng, com todas as construções praticamente intactas, como os moradores as deixaram ao sair às pressas para fugir da catástrofe. Stöng foi a principal inspiração para a reconstituição de um conjunto rural, inaugurado como museu a céu aberto em 1974, com o nome de Pjódveldisbaer. 

As paredes eram feitas de placas de terra apoiadas em estruturas de madeira. Não havia janelas, apenas portas e todas bem pequenas (um indicativo da baixa estatura dos vikings no Século X, como aliás, a maioria das populações humanas da época). Por dentro, o piso era de terra batida com buracos para fogueiras e suportes para caldeirões.
Sem janelas, as casas eram escuras,
iluminadas apenas pelas fogueiras,
feitas em buracos no chão. (Foto: © Liana John)
Em cômodos grandes, a família se acomodava sobre tablados em camas e bancos recobertos por peles de carneiros e tecidos de lã. Alguns dormitórios eram separados por paredes internas de tábuas. As áreas de trabalho incluíam tear, cozinha e laticínio (sim, os vikings produziam coalhadas, queijos e manteiga). O banheiro era coletivo, com troncos compridos a guisa de assento sanitário e canaletas de  pedra em declive, com portinhola externa, para a retirada dos dejetos (modernos e asseados esses antigos “bárbaros”, não?) 
Trenós eram usados para carregar os animais caçados:
focas, raposas e aves marinhas. (Foto: © Liana John)
Ao lado das casas e dos barracões de trabalho, ferramentas e campos lavrados indicam a produção de vegetais durante o curto verão. Já os trenós de madeira e estruturas para curtimento de peles de raposa e foca mostram as principais atividades realizadas durante o escuro e longo inverno. No ano 1000, vale lembrar, a Terra vivia um breve período quente e o clima na Islândia era bem mais brando. Isso pode voltar a ocorrer nos próximos anos, devido ao aquecimento global, se as tempestades não se generalizarem (como está previsto). 
A roça era cercada para evitar a entrada das
ovelhas. (Foto: © Liana John )
A reconstituição da fazenda Stöng dá uma ideia muito clara de como viviam os primeiros islandeses, cuja chegada àquela terra data do ano 874. Para os turistas pouco familiarizados com a cultura nórdica, é uma surpresa descobrir um passado tão organizado e cheio de recursos, associado a um povo conhecido apenas pelas violentas incursões de saque às ilhas britânicas e ao continente europeu.  

Mas para quem conhece a literatura islandesa e a história real por trás da caricatura, um museu como Pjódveldisbaer é uma deliciosa visita ao espaço transformado por essa gente cheia de coragem, capaz de  conviver com terremotos, vulcões, geleiras e ainda criar técnicas e tecnologias imitadas por outros povos.  

Elenco de Game of Thrones se prepara para filmar
em Pjódveldisbaer. (Foto: Elenco de Game of Thrones
se prepara para filmar em Pjódveldisbaer.)
Quem não pretende ir à Islândia tão cedo, mas gostaria de dar uma olhadinha no cenário histórico recriado em Pjórsárdalur pode recorrer à série Game of Thrones, exibida em canais de TV a cabo. Agora em julho, alguns episódios da quarta temporada foram gravados no museu dos vikings do ano 1000.

Monumento anterior aos vikings é descoberto na Suécia

Arqueólogos suecos anunciaram nesta sexta-feira (18/10/2013) a descoberta do maior monumento da Idade do Ferro do país, na região do Velho Upsal, anterior à era viking.

Os pesquisadores escavavam o solo para a construção de uma nova linha de trem, 70 km ao norte de Estocolmo, quando se depararam com duas fileiras de pilares de madeira.

Arqueólogos trabalham na região do Velho Upsal
Uma arqueóloga do Conselho Nacional Sueco do Patrimônio, Lena Borenius-Joerpeland, indicou que o monumento, perto de uma necrópole da Idade do Ferro escandinava, parece remontar ao século V.

A maior das duas fileiras tem um quilômetro de extensão, e contra com 144 pilares. A outra tem a metade disso.

"Os pilares eram vistos a uma grande distância e provavelmente marcavam o acesso ao Velho Upsal", explicou.

"Pode tratar-se de uma demarcação territorial ou religiosa", acrescentou.

Hoje só se encontram conservados alguns restos de pilares, e os buracos nos quais estavam colocados.

Os arqueólogos encontraram também ossos de cavalos, vacas e porcos nos buracos dos pilares, provas, segundo eles, que ali eram sacrificados animais.

Na Idade do Ferro na Escandinávia, o Velho Upsal era um importante centro de comércio, religião, artesanato e administração judicial.

Desconstruindo o lar dos vikings

A partir de Svolvaer, no coração do arquipélago de Lofoten, a brincadeira consiste em explorar de bote seus admiráveis canais e conhecer de perto costumes dos filhos de Thor.

Criada ao redor da pesca do bacalhau, Svolvaer tem clima de cidade pequena, mas se esforça para parecer cosmopolita. Em meio a paisagens rurais e o jeitão desconfiado do povo, que ainda está se acostumando ao crescente número de turistas, a cidade guarda um centro repleto de lojas, além de restaurantes e bares refinados.

Svolvaer é o coração do arquipélago de Lofoten, conhecido por seus belos fiordes. Não por acaso, portanto, o passeio clássico por ali é desbravar os canais próximos em um speedboat, bote dotado de motores potentes. A paisagem, refletida nas águas plácidas, é deslumbrante, mas vá preparado: cachecol e touca são fundamentais para aguentar o vento frio do mar norueguês, mesmo nos dias mais ensolarados.

Na volta, um bom lugar para recarregar as energias é o Bacalao (bacalaobar.no), um charmoso barzinho à beira do cais, cujas mesinhas ao ar livre são disputadíssimas no verão. A casa é conhecida por seu viés artístico e programação musical de qualidade. Não precisa nem dizer que as porções de pescados e frutos do mar vêm conduzidas com primor.

Vizinhança. A 40 minutos de Svolvaer está Bostad, outra das cidades que compõem o arquipélago de Lofoten. E é ali que boa parte de seus mitos sobre os vikings cairão por terra. Para isso, basta uma visita ao Lofotr Viking Museum (lofotr.no).

Capacetes com chifres, como o do empolgado turista da foto abaixo, não existiam naqueles tempos. Aliás, o povo que pôs medo ao Império Romano ia para as batalhas sem capacete, como explica o filme exibido logo na entrada. Mas, à exemplo de seu deus Thor, agora famoso pelos filmes de Hollywood, o martelo era a arma favorita desses exímios navegadores.

A ideia de criar o museu surgiu após a descoberta, nos anos 1980, de resquícios de uma casa viking do século 9.º A moradia foi reproduzida, na íntegra, ao lado da área da descoberta. No tour guiado pelos objetos encontrados na escavação - há versões em inglês, italiano e espanhol - descobre-se, por exemplo, que um copo de vidro custava cerca de 2.500 cabras.

O local mantém um restaurante que serve um jantar tradicional viking, com atores-garçons interpretando uma família real da época. O menu custa desde 668 coroas norueguesas (R$ 248) por pessoa.

Fonte: http://www.estadao.com.br/

Os Vikings

Os vikings são uma antiga civilização originária da região da Escandinávia, que nos dias atuais compreende o território de três países europeus: a Suécia, a Dinamarca e a Noruega. Também conhecidos como nórdicos ou normandos, eles constituíram uma rica cultura que se desenvolveu devido à atividade agrícola, o artesanato e um notável comércio marítimo.

A vida dos vikings voltada basicamente para os mares também colaborou para que a pirataria se tornasse outra importante atividade econômica destes povos. Em várias invasões realizadas pela Europa Continental, os vikings saquearam e conquistaram terras, especialmente na região da Bretanha, que hoje abriga do Reino Unido. O apogeu da civilização viking ocorreu entre os séculos VIII e XI.

A invasão à Bretanha ocorreu no final  do século VIII. No ano de 865, um potente exército de vikings dinamarqueses deu início a uma guerra que teve como resultado a conquista de grande parte das terras britânicas. Em razão disso, ocorreu à consolidação do Danelaw, um extenso território viking que incluía as regiões Centro-norte e Leste da Bretanha. Neste mesmo período, os vikings prosseguiram com a expansão por terras escocesas.

A principal autoridade política entre os vikings era o rei. Em seguida, vinham  os condes e chefes tribais que por sua vez também desfrutavam de grande prestígio e poder de comando entre a população. O poder de decisão entre os vikings contava com a presença deles que, reunidos, debatiam a elaboração de suas leis próprias e as punições a serem aplicadas contra os criminosos.

Na área religiosa, aos vikings é atribuída rica mitologia povoada por vários deuses sempre adorados nos eventos coletivos. Várias histórias envolvem a luta entre os deuses nórdicos ou o embate entre as divindades e os gigantes. Odin por exemplo,  era adorado como “o Deus dos deuses”. Thor era a divindade mais popular,  tinha poder sobre os céus e protegia os vikings. Porém, ao longo da Idade Média, diante do processo de cristianização da Europa, os vikings foram lentamente convertidos a essa religião. Por fim, a dissolução da cultura viking ocorreu entre os séculos XI e XII. 

Diante de inúmeros conflitos contra os nobres da Normandia e os ingleses acaba-se por estabelecer o fim desta civilização, entretanto, ainda se encontra presente em algumas manifestações da cultura europeia.

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